
Os contratos futuros do café arábica na bolsa Intercontinental de Nova York (ICE) alcançaram níveis próximos a um recorde nesta terça-feira, 16. Esse aumento é atribuído a dois fatores principais: as tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos e as condições climáticas secas que estão afetando o Brasil, um dos maiores produtores de café do mundo.
As cotações do arábica atingiram US$ 4,24 por libra-peso, marcando o maior preço registrado nos últimos sete meses. A expectativa é que a combinação desses elementos possa impactar a produção do grão em 2026, levando a uma atenção redobrada por parte dos investidores e produtores do setor.
Essas oscilações no mercado refletem não apenas as dinâmicas de oferta e demanda, mas também a vulnerabilidade das culturas às condições climáticas, o que pode resultar em um cenário desafiador para a produção futura.