
O conceito tradicional de moradia com inúmeras paredes, gramados que aumentam a temperatura interna e muitos quartos sem uso está sendo substituído por novas demandas. As famílias estão mudando, o planeta tem necessidades diferentes, e o desejo de morar evoluiu. O setor imobiliário precisa estar atento a essa transformação para atender as novas expectativas.
Segundo especialistas, quatro características definirão as casas valorizadas até 2050. Primeiro, as plantas residenciais deverão apresentar menos paredes, ampliando a sensação de espaço e promovendo integração entre ambientes. Segundo, o uso de energia solar será padrão, garantindo autonomia energética e sustentabilidade em longo prazo. Terceiro, as casas térreas ganharão destaque, facilitando a acessibilidade e otimização do terreno. Por fim, a presença de grandes árvores será mais valorizada do que os tradicionais gramados, contribuindo para maior conforto térmico e harmonia com a natureza.
Marcus Araújo, da Datastore, reconhecido por seus insights aplicáveis e visão inovadora para o mercado imobiliário brasileiro, destaca que estas mudanças refletem um novo ciclo no morar, especialmente visível na capital paraibana. Segundo ele, empresários do setor devem se preparar para este movimento, pois essas tendências proporcionam um cenário de valorização e evolução para a construção civil.
Diante dessas transformações, fica claro que as casas do futuro serão compactas, térreas, integradas e autônomas, conferindo maior qualidade de vida e sustentabilidade. Essas características moldam um novo padrão de moradia, alinhado com as mudanças sociais e ambientais que vivenciamos, e apontam para um mercado imobiliário que se adapta e inova.