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Cinco reservatórios sangram após chuvas no Rio Grande do Norte
7 de abril de 2026 / 17:45
Foto: Divulgação

Cinco reservatórios do Rio Grande do Norte sangraram no intervalo de uma semana, entre os dias 31 de março e 6 de abril, conforme divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) na terça-feira (7). Os açudes que alcançaram a sangria foram: Campo Grande, em São Paulo do Potengi, no dia 31 de março; Tesoura, em Francisco Dantas, e o açude público de Riacho da Cruz, ambos no dia 2 de abril; Malhada Vermelha, em Severiano Melo, e o açude público de Marcelino Vieira, no dia 6 de abril.

Durante esse período, um total de 41 reservatórios receberam recarga hídrica significativa em decorrência das chuvas. O Igarn monitora atualmente 69 mananciais que garantem a segurança hídrica dos municípios potiguares. Além dos reservatórios que sangraram, o açude público de Encanto também apresentou uma recarga expressiva, atingindo 92,28% da sua capacidade total, com um aumento de 35,14% no volume acumulado. Outro açude que teve crescimento significativo foi o Corredor, em Antônio Martins, que saltou de 16,9% para 47,96% da capacidade.

O açude Lulu Pinto, em Luís Gomes, que estava totalmente seco, recuperou 10,11% de sua capacidade. Entre os maiores reservatórios do estado, a barragem Santa Cruz do Apodi apresentou o maior aumento percentual no volume de água, chegando a 58,2% da capacidade, com elevação de 4,53%. A barragem de Oiticica alcançou 41,37%, e a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a maior do estado, manteve-se em 41% da capacidade com um pequeno aumento de 0,09%.

Ainda assim, 18 reservatórios continuam com volumes abaixo de 10% de sua capacidade. Dentre eles estão o Itans, em Caicó, com apenas 0,05%, e vários outros como Sabugi, Passagem das Traíras, Esguicho e Bonito II, que apresentam níveis críticos. Esses dados indicam que, embora algumas bacias tenham reagido positivamente às chuvas recentes, o estado ainda enfrenta desafios importantes em relação à segurança hídrica.

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