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Coragem para enfrentar desafios do mercado imobiliário em 2026
4 de janeiro de 2026 / 17:59
Foto: Divulgação

Na última semana do ano, o momento convida à reflexão e planejamento para o futuro do mercado imobiliário. Navegando pela internet, encontrei um vídeo do filósofo paranaense de Londrina, Mário Sérgio Cortella, que relembra uma frase marcante de Theodore Roosevelt: “É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito, nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota!”.

Essa reflexão nos impulsiona a encontrar a coragem necessária para enfrentar os desafios que estão por vir. Construir o futuro não é obra da passividade, mas da ousadia de agir mesmo diante de riscos que parecem maiores do que a segurança. A famosa frase de Roosevelt ressoa como um convite à vida plena: realiza mais quem se arrisca em grandes feitos, mesmo sabendo da possibilidade da derrota, do que aqueles que preferem a mediocridade. Um novo ciclo inspira metas e planejamento que nos fazem acreditar que o amanhã pode ser melhor.

No entanto, não basta apenas sonhar: é preciso coragem para transformar intenções em realidade. O ano de 2026 apresentará grandes desafios para os operadores do mercado imobiliário, principalmente pela transição da Reforma Tributária implementada em 2025, um marco que exigirá determinação e resiliência. Quem se posicionar com ousadia, aprender, inovar e se adaptar terá maiores chances de alcançar vitórias, mesmo que o percurso seja árduo. Arriscar, contudo, não significa agir de forma imprudente, mas sim reconhecer que o sucesso nasce do enfrentamento consciente.

Este tema reforça que viver na neutralidade é desperdiçar o dom da vida. O ano novo não deve ser encarado como uma mera repetição de dias, mas como a oportunidade de construir uma nova trajetória. A coragem para agir, mesmo diante da possibilidade de fracasso, é o que diferencia os que triunfam dos que permanecem estagnados. Em tempos de mudanças estruturais, como a nova ordem tributária, a coragem será ainda mais essencial. Muitas novidades surgirão e precisarão ser enfrentadas com serenidade e determinação.

É importante compreender que cada desafio superado promove crescimento. O novo arcabouço legal demandará ajustes, estudo e adaptação, mas tudo que é novo traz oportunidades para estratégias inovadoras e soluções criativas. O medo da derrota não deve paralisar; ao contrário, deve ser combustível para uma ação consciente. O ano novo é o momento ideal para assumir riscos calculados, começar novos projetos e acreditar na vitória, mesmo que o cenário seja incerto. A coragem não elimina riscos, porém redefine sua importância.

O verdadeiro triunfo não está apenas em vencer, mas em ter a ousadia para triunfar! O novo ano oferece o espaço para alinhar sonhos pessoais e profissionais com a realidade que se apresenta. É nesse encontro entre desejo e desafio que surgem as grandes conquistas. Que este ciclo seja marcado pelo destemor, pela inovação e pela vontade de não se contentar com a inércia. Cada derrota, se ocorrer, será uma lição; cada vitória, motivo de celebração. Como disse Rosalind Roosevelt: “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos!”.

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