
Na China, o governo controla toda a terra e, assim, os cidadãos não compram imóveis de forma definitiva. Em vez disso, eles adquirem o direito de uso da terra por até 70 anos em imóveis residenciais. Esse modelo de propriedade na China permite que o Estado intervenha diretamente no uso dos imóveis e no planejamento urbano.
Realocação de moradores mostra impacto do modelo imobiliário chinês
Em Xangai, Wang e seu filho Lawrence precisaram deixar seu apartamento após um projeto de reurbanização. O governo ofereceu um imóvel maior, porém mais distante. Esse tipo de realocação urbana na China acontece com frequência e, embora ofereça melhores estruturas, também gera impacto social, principalmente entre idosos.
Modelo de propriedade na China acelera obras e muda cidades rapidamente
O sistema imobiliário chinês permite que o governo execute grandes projetos urbanos com rapidez e, dessa forma, reduza entraves legais. Por isso, cidades como Xangai passam por transformações constantes, com áreas antigas dando lugar a novos empreendimentos.
Direito de uso da terra redefine o mercado imobiliário na China
Na China, a propriedade imobiliária se baseia no direito de uso e não na posse da terra e, portanto, influencia diretamente o mercado imobiliário chinês. Esse modelo explica como o país consegue renovar suas cidades rapidamente, ao mesmo tempo em que gera impactos sociais relevante