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Nordestinos conquistam sete das oito medalhas do Brasil na Olimpíada Internacional de Química
13 de maio de 2025 / 12:37
Foto: Divulgação

O Ceará se destacou na 59ª edição da Olimpíada Internacional de Química Mendeleev (IMChO-59), realizada pela primeira vez no Brasil. Dentre os 15 estudantes que representaram o Brasil, 10 eram cearenses, dos quais sete conquistaram medalhas de bronze. No total, o Brasil levou para casa oito medalhas.

A competição ocorreu na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e contou com a participação de cerca de 200 estudantes do ensino médio de 40 países, consolidando-se como uma das mais respeitadas e rigorosas competições do mundo na área de química. Esta edição também foi histórica, pois marcou a estreia de várias delegações latino-americanas, incluindo Bolívia, Honduras, México, Peru e Venezuela.

Os estudantes cearenses que se destacaram e foram premiados são:

  • Vinicius Queiroz Dias
  • Ian Barreto
  • João Lucas Santos Vieira
  • Arthur Barroso Uchoa
  • Cristian Levi de Souza Silveira
  • Luís Cláudio de Sá Cavalcante Generoso
  • Paulo Vinícius de Azevedo

O oitavo medalhista brasileiro foi Daniel Suda, de São Paulo (Indaiatuba).

A IMChO exige dos participantes um alto nível de conhecimento em química orgânica, inorgânica, analítica, físico-química e ciências da vida, com duas provas teóricas e uma prática. Nesta edição, foram distribuídas 113 medalhas de bronze, 57 de prata e 19 de ouro, além de certificados e o renomado Prêmio Acadêmico Valery Lunin, que inclui uma premiação financeira.

A cerimônia de abertura, realizada no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, contou com a presença de autoridades nacionais e internacionais, representantes do BRICS, diplomatas e acadêmicos. O evento celebrou a união entre ciência e cultura, com apresentações de capoeira e um desfile de bandeiras, além da participação especial da escola do Teatro Bolshoi no Brasil.

A reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart Almeida, destacou a importância da Olimpíada Internacional de Química para o desenvolvimento científico do Brasil. “Recebê-la no Brasil é motivo de orgulho, e ver tantos estudantes do Ceará entre os premiados é uma demonstração do potencial dos nossos jovens e do papel da educação pública”, afirmou.

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