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Paraíba registra mais de 300 casos prováveis de arboviroses em janeiro de 2026
12 de fevereiro de 2026 / 19:19
Foto: Divulgação

A Paraíba contabilizou 317 casos prováveis de arboviroses no mês de janeiro de 2026, sendo a dengue o tipo mais predominante, conforme boletim divulgado nesta quinta-feira (12) pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES). Os dados apresentados foram analisados até o dia 6 de fevereiro e destacam a situação epidemiológica da região em relação a essas doenças transmitidas por mosquitos.

Do total de notificações, 292 casos são de dengue e 25 de chikungunya. O boletim informa também que não houve registros prováveis de zika vírus nem casos confirmados de febre do Oropouche durante o período monitorado. Embora a quantidade de casos graves tenha sido relativamente baixa, dois pacientes foram notificados com dengue em forma grave ou com sinais de alarme, gerando preocupação quanto à gravidade da doença.

Outro dado relevante apresentado pela SES é a investigação de um óbito relacionado à dengue, ocorrido no município de João Pessoa, o que evidencia a necessidade de manter medidas de controle e prevenção eficientes para evitar mais fatalidades causadas por arboviroses. As maiores concentrações de casos foram identificadas em João Pessoa e Princesa Isabel, destacando essas localidades como focos da transmissão atual na Paraíba.

Além de informar os casos, o boletim ressaltou a circulação dos sorotipos 2 e 3 da dengue no estado, o que pode influenciar a dinâmica das infecções e a resposta da população. Para responder a esta situação, a SES implantou uma semana de intensificação da vacinação contra a dengue até 27 de fevereiro, com foco em crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos em todo o território paraibano, buscando reforçar a imunização dessa faixa etária vulnerável.

A Secretaria de Estado da Saúde reforça que a melhor forma de combater as arboviroses é a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. É fundamental que a população reserve um momento semanal para inspecionar residências e quintais, eliminando focos de água parada em recipientes, calhas, caixas-d’água e objetos expostos ao ambiente, medidas essenciais para reduzir o risco de transmissão dessas doenças.

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