
De acordo com o programa europeu de observação da Terra Copernicus, a temperatura média global em 2025 alcançou 14,97°C. Esse valor representa um aumento significativo de 0,59°C em relação à média registrada entre 1991 e 2020 e é 1,47°C maior que a média do período de 1850 a 1900. Esse aumento de temperatura tem impacto direto nas casas brasileiras, onde o calor neste verão tem sido percebido de forma intensa e fora do comum.
Mesmo com sistemas de ar-condicionado instalados em toda a residência para tentar amenizar o calor, a sensação térmica elevada persiste. A única solução eficaz para tornar as casas mais frescas é a presença de gramíneas, vegetação rasteira, arbustos e, principalmente, árvores adultas. Esses elementos naturais conseguem reduzir significativamente a temperatura interna das residências, independentemente dos materiais usados na construção, sem exceção.
Além disso, as áreas de preservação ambiental (APPs) também desempenham um papel fundamental no resfriamento dos ambientes. Por outro lado, casas localizadas em condomínios áridos, sem árvores no terreno, tendem a não ter valorização satisfatória até 2050, quando se espera um aumento ainda maior na temperatura média global. Isso reforça a necessidade de uma valorização consciente e sustentável dos imóveis, considerando questões climáticas.
É imprescindível que o plantio de árvores em terrenos e residências seja realizado com critérios técnicos e por profissionais habilitados, para evitar problemas futuros, como danos nas construções devido às raízes, ou riscos causados pela queda de galhos durante tempestades. A busca por terrenos mais frescos e arborizados para construção ou compra de novas casas tem sido cada vez mais notória e relevante, como demonstram os dados apresentados pelo @mundodatastore.