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Projeto gen-t do Brasil avança com mais de 3 mil participantes em Teresina
29 de janeiro de 2026 / 15:45
Foto: Divulgação

O Projeto gen-t do Brasil, em parceria com o Grupo Med Imagem, fortaleceu sua atuação no Piauí ao recrutar mais de 3 mil participantes em apenas cinco meses, reafirmando seu compromisso com a promoção da saúde e a inclusão da diversidade genética brasileira em pesquisas. Reconhecido como a maior iniciativa de mapeamento genético do país, o projeto visa mapear o DNA de 200 mil brasileiros e construir o maior banco genético da América Latina, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de novos medicamentos, tratamentos e métodos preventivos.

A iniciativa, conduzida por cientistas brasileiros, conta com a geneticista Lygia da Veiga Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), como uma das idealizadoras. Considerada referência internacional em genética humana, ela destaca a importância de conhecer o DNA brasileiro devido à sua miscigenação, resultado da mistura de ancestrais indígenas, europeus e africanos. “Se não conhecermos o DNA do nosso povo, a população brasileira não poderá usufruir plenamente dos avanços da medicina de precisão”, afirma a fundadora do projeto gen-t do Brasil.

No Piauí, o Projeto gen-t é implementado em colaboração com o Grupo Med Imagem, que, por meio do Centro de Pesquisa Med Imagem, gerencia a logística para coletas e inscrições de voluntários. Essa parceria facilita a adesão da população local, garantindo que o estado esteja representado nas pesquisas genômicas que irão direcionar o futuro da medicina personalizada no Brasil. Segundo o médico Felipe Scipião, gerente de Ensino e Pesquisa do Grupo Med Imagem, a participação do Piauí é fundamental para avanços nos diagnósticos e tratamentos mais individualizados. Ele ressalta que “a presença piauiense abre portas para a vanguarda da medicina de precisão, com diagnósticos mais rápidos e tratamentos personalizados”.

Os interessados em participar, especialmente moradores de Teresina e região, devem ter mais de 18 anos, agendar a coleta pelo site oficial, responder a um questionário de saúde e comparecer ao local na data agendada, em jejum de 8 a 12 horas. Entre os benefícios oferecidos aos voluntários estão check-ups anuais com exames laboratoriais, relatórios de saúde baseados nos dados coletados e, após três anos, um relatório de ancestralidade genética que detalha suas origens.

As coletas são realizadas com uma equipe treinada na unidade Med Imagem Centro, seguindo protocolos rigorosos de segurança, confidencialidade e respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como às normas éticas da pesquisa científica no Brasil. Atualmente, cerca de 80% dos bancos genéticos globais são compostos por amostras de origem europeia, o que deixa a população brasileira sub-representada. Dessa forma, o projeto gen-t do Brasil trabalha para equilibrar essa disparidade, colocando o país em destaque na pesquisa genômica mundial e impulsionando a medicina de precisão.

Para mais informações ou para se inscrever, os interessados podem acessar o site oficial do projeto ou entrar em contato via WhatsApp e e-mail disponibilizados. A coleta é realizada na Rua Paissandu, 1894, Centro Sul, em Teresina, próximo à entrada da Oncomédica.

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