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Setor público registra superávit de 87,3 bilhões no início de 2026
31 de março de 2026 / 17:57
Foto: Divulgação

O setor público consolidado do Brasil apresentou um superávit primário de R$ 87,301 bilhões nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, conforme informações divulgadas pelo Banco Central do Brasil. Este resultado corresponde a 4,23% do Produto Interno Bruto (PIB), destacando um desempenho fiscal positivo no começo do ano.

Esse superávit foi alavancado principalmente pelo saldo positivo do Governo Central, que inclui Tesouro Nacional, Banco Central e INSS. Juntos, esses órgãos registraram um superávit de R$ 57,768 bilhões, representando 2,80% do PIB no período analisado.

Além disso, os governos estaduais e municipais também contribuíram para o resultado geral, apresentando um superávit conjunto de R$ 34,971 bilhões, equivalente a 1,69% do PIB. De forma detalhada, os Estados alcançaram um saldo positivo de R$ 27,525 bilhões (1,33% do PIB), enquanto os municípios tiveram um superávit de R$ 7,446 bilhões (0,36% do PIB).

No entanto, as empresas estatais, excluindo Petrobras e Eletrobras, mostraram um desempenho oposto ao registrar um déficit de R$ 5,438 bilhões no bimestre, que corresponde a 0,26% do PIB. Esse resultado negativo impactou parcialmente o saldo positivo observado no setor público consolidado.

Quando analisado em um período mais amplo, os últimos 12 meses encerrados em fevereiro apresentam um cenário diferente. Apesar do bom desempenho inicial de 2026, o setor público acumulou um déficit de R$ 52,843 bilhões, ou 0,41% do PIB. No mesmo período, o Governo Central enfrentou um déficit de R$ 55,553 bilhões (0,43% do PIB). Por outro lado, os Estados e municípios mantiveram superávits modestos, de R$ 6,074 bilhões (0,05% do PIB) e R$ 7,238 bilhões (0,06% do PIB), respectivamente.

As estatais, por sua vez, acumularam déficits de R$ 10,602 bilhões ao longo desses 12 meses, representando 0,08% do PIB. Estes dados demonstram que, apesar do avanço nos dois primeiros meses de 2026, desafios continuam a impactar as contas públicas brasileiras no período mais longo.

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