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Trabalhadores veem ultraprocessados como risco significativo à saúde
12 de março de 2026 / 10:28
Foto: Divulgação

Uma pesquisa internacional conduzida pela Sodexo revela que a maioria dos trabalhadores aponta os alimentos ultraprocessados como um risco para a saúde. O estudo ouviu mais de 5 mil trabalhadores em seis países diferentes: Brasil, Chile, China, Estados Unidos, França e Reino Unido. Globalmente, 71% dos entrevistados consideram esses alimentos prejudiciais, enquanto no Brasil essa preocupação é ainda maior, com 78% dos 800 participantes nacionais indicando os ultraprocessados como um risco, apesar da praticidade que esses alimentos oferecem no cotidiano.

A pesquisa Food Experience Tracker também identificou que a crescente preocupação com a alimentação saudável pode elevar a importância dos restaurantes corporativos. Trabalhadores demonstram preferência por refeições feitas com alimentos frescos, locais e sazonais dentro do ambiente laboral. Cinthia Lira, diretora de marketing da Sodexo Brasil, destacou que as empresas estão sendo mais cobradas para adotarem práticas que promovam a saúde e a sustentabilidade. Segundo ela, colaboradores mostram maior tendência a deixar organizações que não implementam iniciativas focadas no bem-estar dos funcionários e na responsabilidade ambiental.

O Ministério da Saúde, por meio do Guia Alimentar para a População Brasileira, define os alimentos ultraprocessados como formulações industriais produzidas a partir de ingredientes extraídos ou derivados de alimentos, como óleos, gorduras, açúcar e amido modificado, além de aditivos sintéticos como corantes, aromatizantes e realçadores de sabor. O guia recomenda evitar o consumo frequente desses itens, que possuem altos níveis de açúcar, sódio e gorduras, podendo levar ao consumo excessivo de calorias.

Ainda conforme o documento, o consumo elevado desses produtos está relacionado a um maior risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e outras doenças crônicas, além de problemas dentários como cáries. Portanto, a percepção dos trabalhadores sobre os ultraprocessados como um risco à saúde reforça a necessidade de escolhas alimentares mais conscientes e políticas corporativas que incentivem hábitos mais saudáveis no ambiente de trabalho.

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