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Álbum da Copa 2026 chega maior, mais caro e reacende paixão de colecionadores no Nordeste
25 de maio de 2026 / 11:04
Foto: Divulgação

A Copa do Mundo de 2026 ainda nem começou oficialmente, mas uma velha tradição já voltou a movimentar bancas, grupos de WhatsApp, escolas e colecionadores apaixonados por futebol: o álbum de figurinhas.

Com 980 cromos, 48 seleções e uma edição considerada a maior da história das Copas, o novo álbum virou assunto entre torcedores de todas as idades. E junto com a empolgação veio também o susto:
o custo para completar a coleção pode pesar no bolso.

Mas, para muita gente, o álbum nunca foi apenas papel e figurinha.

Ele representa:

  • infância;
  • memória afetiva;
  • amizade;
  • tradição;
  • paixão pelo futebol.

No Nordeste, onde o futebol faz parte da identidade cultural das cidades e bairros, o ritual de colecionar continua atravessando gerações.

Da banca da esquina às trocas na escola

Muito antes dos celulares dominarem o cotidiano, existia um encontro quase obrigatório durante as Copas:
abrir pacotinhos de figurinha cercado de amigos.

Era a época de:

  • trocar repetida na praça;
  • correr até a banca;
  • guardar a “brilhante” com cuidado;
  • negociar jogador raro no recreio;
  • completar páginas em família.

E mesmo em plena era digital, esse costume continua vivo.

“O álbum da Copa virou uma espécie de patrimônio emocional do futebol brasileiro.”

A edição de 2026 ampliou ainda mais o tamanho da coleção após a expansão do torneio para 48 seleções, aumentando o número de páginas, cromos especiais e versões raras.

O crescimento também elevou os custos para os colecionadores, reacendendo discussões sobre o preço da paixão futebolística.

Colecionismo resiste à era digital

Apesar do avanço dos jogos online, redes sociais e aplicativos, o álbum da Copa continua sendo um dos poucos rituais analógicos que sobrevivem com força entre crianças, jovens e adultos.

Especialistas em comportamento cultural apontam que o colecionismo ligado ao futebol desperta algo raro nos tempos atuais:
experiência compartilhada.

No Nordeste, isso ganha ainda mais força por causa da relação afetiva com:

  • futebol;
  • convivência comunitária;
  • cultura de rua;
  • encontros presenciais.

Em muitas cidades, a expectativa já começou:
quem vai completar primeiro?
Quem conseguiu a figurinha rara?
E quem vai precisar trocar dezenas de repetidas até fechar o álbum?

No fim das contas, talvez seja exatamente isso que mantém a magia viva:
o álbum da Copa não coleciona apenas jogadores.
Ele coleciona histórias, amizades e memórias de cada geração.

Para acompanhar mais notícias sobre futebol, cultura esportiva e bastidores da Copa, acesse a editoria de Esportes do Nordeste Online.

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