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Brasileiros dominam etapas decisivas do CT WSL em Margaret River
25 de abril de 2026 / 09:53
Foto: Divulgação

O Brasil mantém sua posição de destaque no surfe mundial ao garantir três de quatro vagas nas semifinais da etapa Margaret River Pro do CT WSL, realizada em Margaret River. Esta forte presença dos brasileiros na reta final da competição reforça a hegemonia do país no cenário internacional do surfe.

Após um período de espera por melhores condições do mar, as quartas de final foram disputadas em ondas desafiadoras, conhecidas como “mar de loteria”, que exigem habilidade para leitura das ondas e estratégia apurada. Mesmo diante dessas adversidades, os surfistas brasileiros demonstraram muita força e consistência em suas performances.

Dos quatro brasileiros que competiram nas quartas de final, três asseguraram a passagem para as semifinais: Samuel Pupo avançou com autoridade, Gabriel Medina confirmou o seu favoritismo, e Ítalo Ferreira triunfou em condições bastante difíceis. Por outro lado, Yago Dora foi eliminado por detalhes, perdendo por apenas 0,07 ponto devido a uma escolha equivocada de onda nos minutos finais.

Essa forte presença do Brasil nas semifinais do CT WSL mostra o potencial do país para conquistar mais um título no circuito mundial. Para os torcedores, a expectativa é de uma final predominantemente verde e amarela, evidenciando o domínio brasileiro na modalidade. No feminino, a brasileira Luana Silva também avançou e disputará sua vaga na final contra a australiana Caitlin Simmers.

A organização da World Surf League marcou uma nova chamada para a noite deste sábado, horário de Brasília, já que o dia 26 encerra a janela da etapa em Margaret River. Caso as condições do mar sejam favoráveis, a competição poderá ser concluída ainda hoje. Ítalo Ferreira, natural de Baía Formosa, destacou-se aproveitando as ondas mais difíceis, demonstrando sua habilidade e atitude na água para garantir seu lugar nas semifinais.

O desempenho dos brasileiros reforça a posição de destaque do país no surfe mundial, que conta tanto com nomes já consagrados quanto com uma nova geração de atletas competitivos. Com o cenário favorável, o Brasil segue como uma potência sólida na elite da WSL e está pronto para escrever mais um capítulo histórico no surfe mundial.

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