
O mês de maio caminha para o fim trazendo mudanças importantes no clima em várias regiões do Piauí. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), as chuvas começam a perder intensidade entre os dias 25 e 31 de maio, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Sudoeste do estado.
A tendência é de redução gradual das precipitações, marcando o encerramento da estação chuvosa em boa parte do território piauiense.
As chuvas devem permanecer mais concentradas:
- no Norte;
- em parte do Centro-Norte;
- e em áreas próximas ao litoral.
Enquanto isso, cidades do Sul do estado já começam a sentir os efeitos do clima mais seco:
- temperaturas elevadas;
- sol forte;
- baixa umidade relativa do ar.
Piauí registra alguns dos menores índices de umidade do país
Na segunda-feira (25), municípios piauienses registraram alguns dos menores índices de umidade relativa do ar do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Os números chamaram atenção:
- São João do Piauí: 17%;
- Uruçuí: 19%;
- Canto do Buriti: 23%.
Os índices são considerados baixos e próximos da faixa de alerta.
“O clima mais seco aumenta desconfortos respiratórios e exige maior atenção com hidratação.”
A previsão da Semarh aponta que o calor deve continuar predominando principalmente:
- no Sul;
- no Sudeste;
- e no Sudoeste piauiense.
Em algumas cidades, as temperaturas podem chegar aos 35°C e 36°C ao longo da semana.
Norte do estado ainda pode registrar pancadas isoladas
Mesmo com a redução das chuvas, o Norte do Piauí ainda permanece sob influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), sistema que continua favorecendo áreas de instabilidade.
Municípios do litoral, como:
- Parnaíba;
- Luís Correia;
- Ilha Grande;
- Cocal;
ainda podem registrar pancadas rápidas e isoladas nos próximos dias.
Já em Teresina, a previsão aponta:
- tempo quente;
- sol predominando;
- poucas nuvens;
- possibilidade baixa de chuva.
A umidade também deve cair na capital, com índices próximos dos 34%.
Com a aproximação do período mais seco do ano, aumenta a preocupação em várias cidades do interior com:
- queimadas;
- desconforto térmico;
- problemas respiratórios;
- baixa umidade.
O cenário reforça uma característica já conhecida do clima nordestino:
a rápida mudança entre o período de chuvas e o avanço do calor intenso no Semiárido.
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