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Fatura mais alta: Pernambucanos pagam mais caro pela energia a partir de maio
30 de abril de 2026 / 15:23
Foto: Reprodução

O peso do reajuste

A Aneel aprovou um reajuste médio de 4,25% nas tarifas. No entanto, o impacto é sentido de forma diferente dependendo do perfil do consumidor:

  • Residencial (Baixa Tensão): Aumento médio de 3,41%.
  • Indústrias e Grandes Comércios (Alta Tensão): Reajuste de 7,19%.

Segundo a Neoenergia, o aumento reflete principalmente os custos com transmissão de energia e encargos setoriais que subiram no último período.

Bandeira Amarela: O custo da falta de chuva

Além do reajuste fixo, a bandeira tarifária — que estava verde desde abril de 2022 — mudou para amarela. Isso acontece porque os reservatórios das hidrelétricas baixaram, obrigando o país a ligar as termelétricas, que são mais caras.

  • Taxa extra: O acréscimo é de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos.
  • Exemplo prático: Uma residência que gasta em média 187 kWh verá um aumento de cerca de R$ 3,52 apenas por conta da bandeira.

Fatura mais alta: Pernambucanos pagam mais caro pela energia a partir de maio

A conta de luz vai pressionar o orçamento das famílias em Pernambuco neste mês. A Aneel autorizou um reajuste médio de 4,25% para a Neoenergia, somado à entrada da bandeira amarela devido à redução das chuvas. Com isso, os consumidores residenciais terão um aumento de 3,41%, enquanto as indústrias sentirão um impacto de 7,19%. Saiba como calcular o custo extra no seu consumo e entenda por que o acionamento de termelétricas está encarecendo a tarifa no estado.

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