
Os reservatórios do Rio Grande do Norte ultrapassaram a marca de 50% da capacidade total de armazenamento. A informação foi divulgada pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) nesta segunda-feira (4). Atualmente, o estado monitora 69 mananciais. Juntos, eles podem armazenar mais de 5,2 bilhões de metros cúbicos de água. O volume atual já atinge 2,6 bilhões de metros cúbicos.
Açudes que atingiram a capacidade máxima
O relatório aponta que 14 das reservas hídricas monitoradas alcançaram 100% de ocupação. Entre os destaques, o açude Riachão, em Rodolfo Fernandes, atingiu o topo nesta segunda-feira. Além disso, os açudes de Marcelino Vieira, Encanto e Campo Grande também estão sangrando. Dessa forma, a recuperação hídrica traz alívio para diversas comunidades do interior potiguar.
De fato, outros reservatórios do Rio Grande do Norte estão muito próximos do limite máximo. O açude Novo Angicos, por exemplo, registra 99,16% de volume. Já a Lagoa de Extremoz acumula 98,02% de sua capacidade. Por consequência, o aumento do volume em 39 mananciais desde o fim de abril reforça a segurança hídrica do estado.
Situação das maiores barragens do estado
A Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, acumula 44,19% de sua capacidade total. Enquanto isso, a barragem de Oiticica, segunda maior do RN, já opera com 70,55%. Outro destaque positivo é a barragem Santa Cruz do Apodi, que registra 63,85%. Portanto, os principais mananciais apresentam uma tendência de subida constante nos últimos meses.
Por outro lado, alguns pontos ainda exigem atenção e monitoramento rigoroso. O açude Itans, em Caicó, permanece com apenas 0,60% de sua capacidade. Da mesma forma, o reservatório Passagem das Traíras registra índices críticos de 0,08%. Contudo, a melhora geral nos reservatórios do Rio Grande do Norte reflete uma recuperação histórica para a região.
Segurança hídrica e monitoramento contínuo
Essa tendência positiva garante maior segurança no abastecimento de água para a população. Em suma, o Igarn deve manter o controle rigoroso sobre os recursos hídricos nos próximos meses. A gestão eficiente das águas é vital para sustentar o crescimento econômico e a agricultura potiguar durante o ano de 2026.
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