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Busca por envelhecimento saudável aumenta procura por geriatras no Brasil
26 de maio de 2026 / 14:07
Foto: Divulgação

Durante muito tempo, muita gente acreditou que procurar um geriatra era algo reservado apenas para pessoas muito idosas.

Mas essa visão começou a mudar.

Especialistas em envelhecimento vêm reforçando que o acompanhamento geriátrico pode — e muitas vezes deve — começar antes mesmo da chamada terceira idade.

E isso conversa diretamente com uma realidade que o Brasil inteiro começa a enfrentar:
a população está envelhecendo mais rápido.

O envelhecimento começa antes do cabelo branco

A Geriatria é a área da medicina voltada ao acompanhamento do envelhecimento humano.

Embora no Brasil a pessoa seja considerada idosa oficialmente a partir dos 60 anos, muitos especialistas defendem que o cuidado preventivo pode começar:

  • aos 40;
  • aos 50;
  • ou até antes, dependendo do histórico de saúde.

Isso porque envelhecer não acontece de uma vez.

É um processo gradual.

“O corpo começa a mudar muito antes da terceira idade chegar oficialmente.”

O papel do geriatra vai além das doenças

Muita gente imagina que o geriatra cuida apenas:

  • de Alzheimer;
  • memória;
  • quedas;
  • ou doenças graves.

Mas a atuação é bem mais ampla.

O especialista acompanha:

  • saúde física;
  • cognição;
  • alimentação;
  • sono;
  • mobilidade;
  • saúde emocional;
  • uso de medicamentos;
  • prevenção de doenças;
  • qualidade de vida.

E talvez o maior diferencial esteja justamente no olhar integral sobre o paciente.

Sinais que indicam a hora de procurar acompanhamento

Mesmo antes dos 60 anos, alguns sinais já podem indicar a importância de uma avaliação geriátrica:

  • perda de memória;
  • quedas frequentes;
  • uso excessivo de remédios;
  • cansaço constante;
  • alterações de humor;
  • perda de mobilidade;
  • doenças crônicas;
  • histórico familiar de doenças degenerativas.

Além disso, muitas pessoas procuram o geriatra buscando algo cada vez mais valorizado:
envelhecer com autonomia.

O Nordeste também começa a viver a era da longevidade

Essa discussão deixa de ser distante quando olhamos para a realidade nordestina.

O Nordeste está envelhecendo.

E isso já impacta:

  • saúde pública;
  • mercado de trabalho;
  • cidades;
  • famílias;
  • aposentadoria;
  • mobilidade;
  • hábitos de vida.

Ao mesmo tempo, cresce uma nova geração de pessoas com 50+, 60+ e 70+ que:

  • continua ativa;
  • trabalha;
  • viaja;
  • empreende;
  • pratica atividade física;
  • usa tecnologia;
  • quer envelhecer melhor.

E talvez seja justamente aí que a geriatria ganha ainda mais importância:
não apenas para tratar doenças…
mas para ajudar as pessoas a viverem mais e melhor.

O cuidado preventivo virou peça central da longevidade

A lógica da medicina também começa a mudar.

Antes:

  • procurava-se médico quando a doença aparecia.

Agora:

  • cresce a ideia de prevenção;
  • acompanhamento contínuo;
  • envelhecimento saudável.

E isso inclui:

  • alimentação;
  • atividade física;
  • saúde emocional;
  • sono;
  • prevenção cognitiva;
  • controle de doenças crônicas.

Porque no fim das contas, envelhecer bem não depende apenas da idade.

Depende de como o corpo e a mente chegam até ela.

Para acompanhar mais notícias sobre saúde, longevidade e qualidade de vida no Nordeste, acesse a editoria de Saúde do Nordeste Online.

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