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Protagonismo no Mar: Nordeste lidera mobilização para a 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca
14 de maio de 2026 / 09:53
Foto: Divulgação

Após um hiato de 16 anos, o Ministério da Pesca e Aquicultura retoma a realização da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca. Em sua 4ª edição, o evento coloca o Nordeste como o grande motor das discussões, com seis dos treze estados que já confirmaram datas para as etapas estaduais pertencentes à nossa região.

O encontro reunirá um público diversificado, desde pescadores artesanais e aquicultores até pesquisadores e representantes de toda a cadeia produtiva, com o objetivo de oxigenar as políticas públicas do setor.

Calendário de Debates no Nordeste

A mobilização em solo nordestino já tem datas definidas para as etapas estaduais, onde serão colhidas as propostas que seguirão para Brasília:

  • Rio Grande do Norte: 3 de junho.
  • Sergipe: 10 de junho.
  • Bahia: 16 e 17 de junho.
  • Ceará: 17 de junho.
  • Alagoas: 20 de junho.
  • Pernambuco: 2 de julho.

A culminância do processo ocorrerá na etapa nacional, em Brasília, entre os dias 11 e 13 de novembro, onde as diretrizes para o futuro do setor pesqueiro federal serão consolidadas.

A Força da “Economia Azul”

O Nordeste não é protagonista por acaso. A região concentra o maior volume da pesca artesanal do país, além de ser referência na criação de camarão e na piscicultura em reservatórios. A chamada Economia Azul — que integra pesca, turismo costeiro e preservação ambiental — é vital para a subsistência de comunidades tradicionais e para o abastecimento de mercados regionais.

Entre os temas centrais que serão debatidos nas conferências, destacam-se:

  • Sustentabilidade: Impactos das mudanças climáticas e preservação dos ecossistemas marinhos.
  • Infraestrutura: Acesso a crédito e melhoria das condições de trabalho para o pescador.
  • Geração de Renda: Fortalecimento da aquicultura e segurança econômica das comunidades costeiras.

Em suma, a conferência ratifica o papel estratégico do litoral nordestino na balança comercial e na cultura brasileira. Para acompanhar o balanço das propostas estaduais e as cotações do pescado, acesse nossa editoria Preço de Feira

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